sábado, 10 de junho de 2006

Aprende sim!

O texto era imenso, porque em cada nova palavra uma nova idéia, em cada nova idéia, uma possibilidade de junção de temas, formando um emaranhado de realidade.
Alguns tópicos eram pedintes de atenção, e o meu desejo de coloca-los ficou imerso em... provavelmente em um passado que esmaeceu, mas o passado era ontem e a culpada de tudo sou eu, (novamente? você pensa que não é história, mas é história sim, só que aquelas outras histórias em si são diferentes demais do nosso mundo.)
(Resumindo, eu resumi! Eu sumi, eu pedi paz... pedi sua companhia mas nao ouvi nada alem de um silêncio ensurdecedor!)
(Agora alguns pormenores se inverteram... As vezes eu peço para mim: me acompanha? Eu não me deixaria sozinha!)
Vontade de florir e esconder algumas verdades. Aprende que tem de ser assim, e a vontade aparece por si só!
Pensa que a hisória lida é menos dolorida, mas quando você lê, não imagina o tanto de dor escrita. Em contrapartida, quando se escreve se enobrece demasiadamente essa dor, então aquela ânsia milimétrica parece ter uma forma mais malvada do que realmente possui...

E nós somos poeira de poesia. Ela é quem envolve e nós somos o sujeito que dá o nó.
Vivente que talvez nem saiba da dimensão do que sente. Talvez nem sinta tanto. Mas poesia é a fragilidade do dia, e a poesia deixa escrito o que não se compara com a vida em cada esquina, em cada curva, em cada nova promessa que faz estremecer os dias, em cada adeus! Adeus!
Tem bom coração e sente saudade! Tem coração duro a ponto de não se comover com alheia saudade!
Tudo parece não pertencer a uma história nitda, mas na verdade é, é a sua história.


http://eric-clapton.letras.terra.com.br/letras/7760/
I could change the world...

Não tem pressa, a gente aprende!
(A realidade sai cedo de casa, e volta sozinha a noite... da um pseudobeijo em seu rosto, deseja boa noite e vai dormir!)


Um comentário:

Anônimo disse...

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